
Educação em conteúdo
Aulas e atividades práticas para o empreendedor produzir o próprio conteúdo com o que já tem no bolso.
- Aprender fazendo
- Presencial ou por chamada
- Do roteiro à publicação
Foi pelo audiovisual, me educando digitalmente e entendendo o impacto da minha presença online, que comecei a desenvolver projetos que seriam impossíveis sem ferramentas digitais. Projetos que aproximaram pessoas de uma realidade que muitas vezes o ambiente e a falta de conexões tentam ofuscar. Negócios também podem ser novas possibilidades.
Não é discurso. É método: escutar, ensinar, produzir, dar visibilidade, estruturar e conectar.
Cansado de me diminuir para caber, usei minha rescisão e a criatividade para criar meu próprio espaço como empreendedor.





Arraste para girar o carrossel. Assistir à reportagem do RJ2 →

Foram duas edições, em 2022 e 2023, e nenhuma delas era só um evento para premiar influenciadores. Quando Daniel Ramos me trouxe a proposta, vi alguém que inspiraria outros jovens a empreender, criar uma marca e perceber o quanto o próprio posicionamento influencia a vida de muita gente.
Foi um evento cheio de pessoas trans, não bináries, pretas, periféricas e gordas, porque a internet também é lugar de celebração para diferentes corpos, e o público jovem precisa se ver representado.
Quando desenvolvi o site e entrevistei os concorrentes, foi uma forma de sair dos bastidores e mostrar, para eles e para quem assistia, que atrás de toda organização e de todo propósito existem pessoas.
Esse também se tornou um trabalho difícil para mim. Dialogar com essa notícia mostrava toda a vulnerabilidade da vida de uma família atípica.
O privilégio de ter uma rede de apoio através da comunicação precisa ser partilhado com quem tem menos acesso. A minha vulnerabilidade mostra que o caminho é o mesmo para todos. A diferença é que quem conhece o caminho consegue lutar sem perder a batalha antes de chegar lá.
Não se trata de heróis que perdem tanto que sobra pouco no fim. Trata-se de entender que existem menos perdas quando existe um propósito definido. Por isso tornei minha vitória um ato coletivo.
As aulas ao vivo não aconteciam para aprender trends, mas para a pessoa entender o próprio negócio e, a partir daí, gerar conteúdo. Para uma empresa, estruturação vem primeiro e conteúdo vem depois: não adianta ter volume sem propósito.
Não trabalhamos para o Instagram. Ele é um dos nossos aliados para construir a nossa própria história, identificar o nosso nicho e entender quais trends vão fazer parte da história da nossa marca.
Oficina de conteúdo com uma turma inteira aprendendo a gravar, editar e publicar com o que já tem no bolso. Ver o registro no Instagram →



Homens, mulheres, periféricas e suburbanos se articulando para movimentar o mercado dentro de diversos nichos.
Enquanto grandes marcas constroem toneladas de lixo nos aterros sanitários, a favela cria negócio a partir desse resíduo para gerar renda e dignificar famílias de autistas, atípicas, PCDs e de comunidade.
Faz Girar, Entre Nós, da Alexandra, e Retalhos Carioca, da Silvia. Estive lá assessorando a comunicação digital em vários momentos.
As aulas do Transformadores também se articulavam para desenvolver pitchs, propostas de valor e estratégias para ocupar esses espaços nas frestas, garantindo que fosse mais do que uma marca: um propósito vivo em diversos lugares.
Estivemos na Expo Favela 2025. Ver o registro completo no Instagram →
Já imaginou não poder comer um pão de sal ou um bolo de aniversário porque o mercado não se importa com quem tem restrição alimentar?
Cheguei para desenvolver cada embalagem, cada tag e a estratégia que permitisse a qualquer pessoa, celíaca ou não, se deliciar com o produto. Foi com essa chama que conseguimos colocá-lo em um dos maiores e mais respeitados hipermercados do Rio.




O Outbêco nasceu em agosto de 2020, em plena pandemia de COVID-19, criado pelo empreendedor e ex-professor carioca Daniel Félix.
Sou eu nos bastidores do Outbêco Madureira, produzindo conteúdo para criar o cardápio da marca e todo o material usado no perfil do Instagram, no tráfego e nas peças físicas da filial.
O mesmo lugar que a cidade só enxerga por partes. Aperte o play: o áudio faz parte.
A comunicação identitária organizada possibilitou, junto com estratégias de marketing, voz para mais de 180 empreendedores e centenas de milhares de pessoas atingidas.

Aulas e atividades práticas para o empreendedor produzir o próprio conteúdo com o que já tem no bolso.

Sites que apresentam o trabalho e funcionam como canal próprio de vendas, contatos e agendamentos.

Entrevistas e conteúdos com empreendedores, pessoas neurodivergentes e iniciativas que merecem ser conhecidas.
Para quem está dentro da comunidade ou em cidade pequena, o ponto físico nem sempre é estratégico: a geolocalização vira déficit no sustento da marca.
Um site permite que essa mesma marca alcance outros países, outras cidades e até bairros distantes, de gente que não tem o hábito de passar por aquelas ruas. Por isso trabalho com entrega de sites funcionais em até 48 horas: para dar o gás naquele empreendedor que precisa ver que o negócio dele pode acontecer.
Os três mais recentes. Clique para abrir.
Vitrine e contato direto.
Catálogo e pedidos.
Serviços e agendamento.
Quando entrei no mercado de trabalho, por várias vezes fui convidado a me retirar. Uma hora era porque eu era ignorante. Outra hora por ser negro, usar black e ser afeminado. Isso era lido antes da minha capacidade. A minha identidade era contra a cultura da empresa.
Sair da comunidade nem sempre é possível. Toque de recolher, guerra entre facções e até operações policiais que não reduzem o tráfico e contribuem para reduzir a qualidade de vida dos moradores.
Em uma cidade que consegue criar uma estrutura para shows de artistas estrangeiras, a mesma não cria um sistema orçamentário de combate real ao crime e tampouco investe na educação.
Se eu não encontrei espaço no mercado de trabalho, precisei criar o meu.
Empresas influenciam mercados, comportamentos e oportunidades. Elas ajudam a definir quais produtos chegam às pessoas, quais profissionais encontram trabalho e quais ambientes são acessíveis.
Por isso, quando falamos de empreendedorismo, acessibilidade, neurodiversidade ou inclusão, não estamos falando só de negócio. Estamos falando de quem consegue participar da sociedade em condições mais justas.
Dar a alguém a ferramenta para comunicar o próprio trabalho é devolver a essa pessoa parte do controle sobre a própria narrativa.
Sites funcionais em até 48 horas. O prazo é curto de propósito: quem está começando precisa ver o negócio acontecendo, não esperar um mês por uma proposta.
Sim. Boa parte do meu trabalho é com MEI, com quem ainda vai abrir e com quem vende pelo WhatsApp. A estruturação vem primeiro; o registro vem quando fizer sentido.
Não. As oficinas são feitas com o celular que a pessoa já tem no bolso. Roteiro, captação, edição e publicação: tudo com o que já existe.
Atendo. Consultoria, aulas e desenvolvimento de site acontecem por chamada. Produção audiovisual presencial é combinada caso a caso.
Depende do escopo. Me mande pelo formulário o que você tem em mãos e eu respondo com um caminho e um valor. Existem oficinas gratuitas para quem não pode pagar.
Pelo bloco "quero contribuir" acima, com Pix, ou me chamando no WhatsApp. Apoio em equipamento também conta.